Posted by : CanasOminous Jul 2, 2014

Capítulo 5
Mudança e Estilo

Algumas semanas se passaram, e vez ou outra Helen faltou a aula por estar indisposta. Houve alguns dias em que a menina sequer teve vontade de divertir-se e brincar com seus Pokémons, mesmo que de hora em hora seu Pikachu a chamasse incansavelmente para que seguissem em uma nova aventura. Quando não lhe sobrava imaginação e nem inspiração, as aulas também não rendiam.
— "Senhorita" Helen. — disse uma velha senhora, batendo com a capa de seu livro na mesa da garota. 
Helen ergueu-se num salto, estava debruçada quase que cochilando até então, mas o susto fora o suficiente para que se levantasse e pedisse desculpas pelo ocorrido.
— Me desculpe, Professora Lurdinha...
— Espero que não se repita, "Senhorita".
Helen apenas abaixou a cabeça e ouviu. De certa forma, não estava ligando muito para o fato de todos rirem dela e de ter sua atenção chamada. Por algum motivo, o fato da professora ter chamado a garota de “Senhorita” era o que incomodava.
— Só o Will pode me chamar assim... — sussurrou a menina para si mesma.
Os Pokémons tornavam-se uma peça fundamental em sua vivência. Eram como um segredo que não pode ser contado, que é mantido há sete chaves. Gostaria de poder ter Wes ao seu lado para que o dragão encarasse aquela velha professora e dissesse:
Quer que eu a extermine, Helen?
— Sim, ela me chamou de Senhorita, e ninguém pode me chamar assim, apenas vocês. — pensava ela.
— Ei, Helen. Já tem dupla?
Quando a menina se deu conta uma garota estava sentada na carteira ao lado com as pernas cruzadas em cima da cadeira. Ela havia a despertado daquele pensamento maluco, era melhor que Helen passasse a controlar mais suas vontades e alinhar o real com o imaginário, se é que ela ainda fosse capaz de distinguir os dois. Helen esboçou um sorriso e a reconheceu, seu nome era Stella, e havia entrado na escola ainda naquele ano. Ela tinha cabelos curtos e negros na altura dos ombros, era mestiça, tinha a pele bem clara. Helen cumprimentou-a, mas perguntou o motivo daquela pergunta.
— Dupla para quê?
— Ora, aquela atividade sobre o livro que a Professora passou há dois meses. Aquele do Triângulo das Bermudas. Eu só consegui ler até a página trinta e nove, mas acho que posso te ajudar. — disse Stella com um sorriso — Você conseguiu ler até onde?
— Eu li tudo. — respondeu ela com orgulho, o que não era mentira, uma vez que sua longa aventura até a Ilha do Sonhos há algumas semanas fora o suficiente para que cada ponto se fixasse em sua mente.
— Ótimo! Vamos fazer uma dupla então!
Helen hesitou.
— Mas... Você tem certeza?
— Claro, você não leu o livro?
— Li sim, mas, eu sempre me confundo em alguns pontos e acabo errando tudo no final. Eu não quero prejudicar a sua nota por conta disso.
Stella deu uma leve risada, mas em seguida esticou a mão para o lado trazendo a carteira de Helen para próximo de si.
— Não esquenta, eu confio na sua capacidade. E outra, estamos no mesmo barco. Também não sou lá essas coisas com as notas.
Helen deu um leve sorriso. Aparentemente ela tinha uma certa habilidade em atrair pessoas não muito inteligentes, uma vez que o pobre Wes estava no fundão com sua dupla, o segundo pior aluno da sala. O primeiro era ele próprio.
A Professora de Geografia entregou uma única folha para todas as equipes. Era uma Prova mais simples, bastasse marcar algumas alternativas e no fim fazer uma análise sobre como seria uma viagem em torno da área do Triângulo das Bermudas. Stella se preocupou:
— Eu sou péssima para criar textos, esse é o nosso fim! — cochichou ela.
— Não se preocupe, eu adoro isso. E por sinal, acho que posso até dizer que já estive na área do Triângulo das Bermudas. — respondeu Helen com um sorriso.
As alternativas foram assinaladas com tanta convicção e certeza que Stella nem ousara pedir para analisarem uma segunda vez. No texto, Helen precisou apenas narrar a aventura que tivera com seus Pokémons. Não se dera nem no trabalho de mudar o nome do Groudon Wes, uma vez que estava tão concentrada que perdera o foco da mudança.
Stella não precisou tocar na prova, e ainda assim as duas foram as primeiras a terminar. Helen correu e entregou-a nas mãos da velha dona Lurdinha, que aproveitou o adiantamento para já corrigi-la. A Professora esticou a mão colocando seus óculos para conseguir ler com atenção as letras miúdas da menina que aguardava pacientemente a resposta com o resultado de sua nota. Aos poucos o semblante da mulher começou a alterar-se, ela ria com as inusitadas aventuras de Helen e seus amigos, e ainda não pôde deixar de fazer um comentário.
— Olhe só, Wes. Sua amiga até mesmo o colocou na história.
Wes estava com a cabeça apoiada na parede esperando o tempo passar, mas levantou-se e riu ao ouvir o comentário da Professora. Helen corou severamente ao perceber a falha que cometera.
— Jura mesmo? Carai, que foda. Aposto que é um maluco lindo.
— Pra falar a verdade, você é um dragão. — disse a velha não escondendo a risada.
— O quê? Tu me fez como um dragão, Helen? — perguntou Wes parecendo ameaçá-la, o rapaz adorava a forma como ela ficava acanhada e não sabia o que responder, mas logo emendou e caiu na risada — Aposto que era um dragão fortão, afinal, eu sei que são as criaturas mais fortes de todas.
Surgiram alguns comentários vindos dos colegas, insinuando algo como se os dois estivessem “se pegando”, mas Wes acenava e ria de forma descontraída. A professora logo terminou a correção.
— Parabéns, meninas. Vocês tiraram dez. — disse ela — Estão dispensadas.
Helen deu um pulo, enquanto Stella abraçava a amiga. As duas saíram mais cedo do que os outros, elas riam e conversavam sobre sua conquista na matéria, que apesar de não ser tão difícil, um dez ainda era bem vindo.
— Você é muito inteligente, Helen! E ainda dizia que pensava não ir bem... Aquele texto deve ter ficado muito legal, deixe-me lê-lo mais tarde. — disse Stella.
— Deixo sim, posso até te contar como foi a aventura mesmo. — respondeu a outra com um sorriso.
— Né, diga-me, o que vai fazer agora?
— Hm, provavelmente voltar para casa. — disse Helen pensativa.
— Ei, vamos sair então! Ou então nós vamos para a sua casa mesmo, eu preciso voltar aqui para a escola daqui há duas horas, mas não quero ficar esperando sozinha. O que me diz?
Os olhos da garota pareceram brilhar por um instante. Por mais que Stella estivesse se auto convidando, elas já se sentiam como amigas, e fazia muito tempo desde que Helen não levava alguém para sua casa. As duas concordaram, e pegaram o ônibus mais rápido para o apartamento que era bem próximo da escola. Assim que elas adentraram, Helen apresentou o local e o apartamento.
— Sinta-se a vontade. — disse ela.
— Que gracinha, tudo muito bem organizado e meigo. Você mora aqui sozinha? — perguntou Stella.
— Moro com minha tia, mas ela só volta bem tarde, então de certo modo fico aqui por bastante tempo. Vamos preparar o almoço então?
— Tá certo, só pode me dizer onde é o banheiro primeiro?
Helen riu e apontou para o final do corredor onde havia uma porta bem no meio. A garota então seguiu para seu quarto e tentou dar uma organizada para tudo parecer mais maduro e correto, foi então que seu Pikachu se dirigiu a ela de forma assustada:
— Senhorita, invadiram a nossa base!
— O que está dizendo, Will?
— Uma garota, ela entrou no salão de banhos... É uma impostora, devemos eliminá-la? Eu peço para o Wes dar um jeito!
Helen deu uma gargalhada e acariciou a cabeça do bichinho.
— Fique tranquilo, ela não é uma ameaça.
— É amiga dela, não conseguiu perceber, tolinho? — disse Mew com uma risada.
— Uma amiguinha gostosa. — riu Wes.
— Amigos. Companhia. Não mais sozinha. Feliz por você. Mestra. — continuou Stanley.
Helen sorriu e agradeceu o apoio dos Pokémons. Stella logo deixou o toalete e foi em direção do quarto da menina que mostrou-lhe o local, enquanto Stella observava tudo, não escondeu uma certa risada ao notar o Pikachu de pelúcia bem em destaque na prateleira.
— Não acredito que você tem isso.
Helen hesitou, imaginando que Stella fosse achá-la infantil demais por ter um bichinho de pelúcia e tantos apetrechos em seu quarto, ela abaixou a cabeça e respondeu de forma tímida.
— Bom, eu... eu gosto.
— Eu adorava também, não perdia um episódio. Ele é tão fofinho, dá vontade de apertar!
— Me solta. Me solta. — era o que William provavelmente balbuciava.
Por força do destino, ela havia acabado de encontrar alguém com os mesmos gostos que os dela. Helen foi até a cozinha e preparou um almoço bem decorado para sua amiga. As duas se assentaram e começaram a jogar conversa fora por tanto tempo que logo Stella precisou retornar para a escola e cumprir seus horários.
— Ai, estava muito bom, mas preciso ir andando.
— Já vai? — indagou Helen chateada — Eu gostaria que pudéssemos ficar e conversar por mais tempo...
— Hoje não dá, mas qualquer dia desses é só me chamar de novo! Estou livre nas terças e quintas, podemos nos juntar para fazer algo mais tarde, não é? Depois podemos até sair, conhecer gente nova. Menina, você já ficou tempo demais presa nesse lugar, precisa se soltar!
Helen assentiu várias vezes com a cabeça, não escondendo a imensa felicidade que sentia. Despediu-se então de Stella que desceu o elevador. Assim que Helen trancou a porta, voltou para seu quarto correndo.
— Pessoal, vocês não vão acreditar! Eu encontrei uma amiga, a Stella!
— Minha fofa, devo-lhe meus parabéns! Ela é uma pessoa muito interessante e divertida, vocês duas parecem dar-se muito bem quando conversam. — disse Mew.
— Gatona a mina, ô lá em casa... Ah, mas ela estava em casa. — continuou Wes.
— Estou muito animada para fazermos uma aventura novamente, e dessa vez, sei exatamente para onde podemos ir!
As orelhas de Will se atiçaram ao ouvir a palavra “aventura” e depois de tanto tempo parecia que sua Mestra estava mais uma vez disposta a se divertir. Helen reuniu toda a equipe e contou-lhes do sucesso que fora a prova e como fariam a próxima aventura.
— Sejam bem vindos ao Arquipélago de Sirena, um local restrito somente às figuras famosas e requintadas de nosso universo!
Da última vez que Helen estivera em uma aventura ela passava pela Ilha dos Sonhos com seu barco flutuante, o percurso foi mudado para o leste, e próximo de uma península havia uma bela ilhota quase que imperceptível nos mapas. Aquele era o Arquipélago, onde somente os Pokémons mais finos e belos ganhavam espaço. Assim que o barco atracou todos desceram logo atrás de sua treinadora:
— Senhorita, se me permite a pergunta, o que exatamente estamos procurando aqui? — perguntou Will.
— Nem importa o que seja, aqui é o paraíso! O melhor lugar para se tirar férias, encontrar fêmeas lindas, e ainda por cima, tudo de graça! Essa é a minha Mestra. — sorriu o Groudon.
— Estou à procura de uma criatura única que é capaz de me deixar mais bela.
— Aposto que é por causa dessa menina de hoje! — disse Mew animada — Esse é o efeito que a amizade causa em nós, ficamos alvoroçados e pensamos a todo momento em nos divertirmos e estarmos belos.
— Está na hora de mudar minha aparência.
Junto de todas as mansões e hotéis imaginários, Helen caminhava convicta de que encontraria a mais bela criatura que já vira. Esta em especial estava guardada em uma caixa de madeira. Aquela era a mansão de Suicune, uma especialista em moda e estética muito famosa em toda a região de Imaginatio. Helen caminhou até sua porta e chamou por seu nome:
— Sarah? Sou eu, a Helen!
A caixinha foi aberta e lá dentro estava uma linda Suicune de patas articuladas e um olhar sereno. De volta à Geração II, aquele era o Pokémon preferido da garota, e revê-la depois de tanto tempo fora uma das melhores sensações que tivera.
— Helen, minha linda! Há quanto tempo! Ohh, como tem andado? Por favor, entre, entre, sinta-se à vontade, você já é de casa. — convidou a Suicune.
Os Pokémons adentraram a mansão ainda que um pouco acanhados. Wes era grande demais e a cada passo destruía algo que valeria uma nota. Will ainda estava de braços cruzados, pois parecia irritado com sua treinadora desde que aquela tal “Stella” surgira tirando toda a sua atenção. Stanley estava imóvel como sempre, e Sophie rodopiava nos ares olhando toda a mobília luxuosa a sua volta.
— Diga-me querida, o que veio fazer no Arquipélago? Perdi contato com você desde que me mudei da cidade.
— Sarah, eu vim aqui especialmente para pedir o seu conselho no que você faz de melhor: Cuidar da beleza! — sorriu Helen.
 Então veio ao lugar certo, vamos dar um trato e deixá-la como uma princesa.
Helen correu até o seu armário e deu uma olhada em algumas roupas velhas que guardava. Muitas delas eram para se ficar em casa, e de forma geral, vestir-se bem era algo que ela não costumava fazer muito. Wes que a observava não pôde deixar de comentar:
— Você tem roupas mais masculinas do que femininas. Hah, hah, hah...
— Vai esperar fora do quarto enquanto eu me troco. — respondeu Helen.
— Ué, e por que só eu tenho que ficar lá fora se o Will e o Stanley também são machos? — indagou o dragão, sendo arremessado para fora e ficando com uma feição entristecida em frente ao quarto — Poxa, aí é maldade, chefia...
Helen fechou a porta e voltou a procurar  algo bonito entre suas roupas, mas de fato, precisaria fazer compras. Encontrou algumas perdidas que lhe cairiam muito bem se tivesse o cabelo mais curto, mas no momento eles estavam imensos. Fazia muito tempo que ela não cortava, estava com algumas pontas duplas e com o tamanho pouco desproporcional embaixo. A franja até já lhe caía pelo rosto. Suicune, sua estilista oficial, não concordava com aquilo.
— Querida, precisamos de uma mudança.
— Mudança? — indagou Helen.
— Pegue uma tesoura.
Helen fez exatamente o que a Suicune dizia, pegou uma tesoura e foi até o banheiro. Ninguém opinou no ato, ninguém se proclamou. Helen olhou-se no espelho e viu-se pela última vez com aqueles longos cabelos negros, e em seu ouvido ela sentia que podia ouvir Sarah sussurrar-lhe:
— Vamos fazer um corte muito belo, deixar curtinho.
— Onde devo cortar?
— Onde sentir-se bem, querida.
Helen segurou seu cabelo com uma das mãos enquanto a outra carregava a tesoura que agia por conta própria. Cortou o cabelo que escorregou e foi direto ao chão. Cortou-o tão curto que quase não se reconhecera ao olhar-se no espelho.
— Tire a franja, minha pequena, ela lhe oculta a face e te faz parecer tímida e retraída, vamos mostrar um lado seu que ninguém nunca viu.
Helen concordou, e cortou sua franja. Seu cabelo estava tão curto que agora realmente poderia ser confundida com um homem, porém, Groudon não fez nenhuma palhaçada. Todos ficaram em silêncio, naquele momento havia apenas uma garota cortando seu próprio cabelo em frente ao espelho.
Nesse momento, o barulho da porta sendo destrancada pôde ser ouvido. Era sua tia, que havia terminado trabalho pouco mais cedo do que o de costume. Assim que a mulher foi até o corredor e pôde ver Helen com a tesoura em suas mãos e os longos cabelos no chão ela soltou um grito ensurdecedor de preocupação.
— Helen?! O que está fazendo com isso??!
A mulher correu em direção da garota, chegou até mesmo a pisar no bichinho de pelúcia de Groudon, e arrancou-lhe a tesoura das mãos. Os olhos da menina estavam assustados, como alguém que não sabia o que estava acontecendo e o motivo daquilo. Sua tia segurava em seus ombros com imensa força e gritando aos berros:
— O que você pensou em fazer?! Por quê cortou o seu cabelo??
— E-Eu só quis mudar... Ser diferente... — gemia ela assustada.
— Isso está ficando sério demais, vou ligar para o seu pai agora...
— Não!!
Helen soltou um grito e correu em direção da mulher, a menina agora chorava, misturando alguns fios de cabelo e lágrimas em seu rosto. A tia parecia ainda mais assustada, mas ainda segurava o telefone com convicção.
— Por favor, não ligue pro papai! Ele vai me mandar volta, ele sempre me manda voltar quando acontece algo ruim, mas agora eu encontrei uma amiga! Não deixa eu voltar, tia, por favor!
A mulher hesitou um pouco, ela agora olhava o cabelo de Helen, antes era tão longo e penteado, agora cortado e completamente repicado, quase não seria capaz reconhecê-la na rua.
— Eu cortei meu cabelo porque eu quis, eu me sinto bem assim e achei que fosse hora de mudar eu mesma. Me entenda, tia. Não ligue para ele...
A mulher recuou e colocou o telefone no gancho novamente. As duas se abraçaram, e Helen desculpou-se pelo susto que dera na mulher. Por um momento, toda a magia e euforia de conquistar uma nova amiga desapareceu, e agora, restavam apenas os fios grossos em frente à pia, marcando aquele o começo de uma nova época na vida da menina.
Sua tia foi até seu quarto e sentou-se na cama para recuperar-se do susto que levara, Helen trouxe-lhe um copo d’água, e depois de recomporem-se as duas conversaram por alguns minutos.
— Helen, isso está... Está chegando longe demais. Acho melhor ligar para o seu pai, ele irá saber o que fazer, e...
— E ele irá me mandar voltar. Vou perder metade do ano, foi assim das outras três vezes.
Helen até mesmo se perguntava como era capaz de nunca ter repetido. Seu pai era uma figura importante e com poder, ele provavelmente poderia ter uma conversa com a diretora, alertando de todos os problemas que circulavam pela mente da menina. Helen encostou a cabeça no colo da tia e permaneceu em silêncio.
— Você vai ficar bem, querida. Vai dar tudo certo. — mentiu a mulher.
Helen levantou-se e caminhou até o banheiro para limpar os cabelos caídos, e assim, olhou sua nova forma no espelho. Passou suas mãos delicadas nos cabelos ainda não perdendo a mania de jogar a franja para trás da orelha. Não havia mais franja, nem ela se reconheceria.
O que foi que eu fiz?



{ 3 comments... read them below or Comment }

  1. Luiz Eduardo SouzaJuly 4, 2014 at 2:54 AM

    Nossa, Canas, está de parabéns! Este capítulo foi muito bom! O incrível é que consegui ficar alegre depois de ler e perceber que a Helen também está alegre kkkkkk Realmente é algo muito estranho!

    Um dos pontos interessantes também foi as personalidades dos bonequinhos... Wes tipo pegador, Sophie tipo coisa fofa, Stanley bicho sério, Will tipo aventureiro no mundo da lua e por fim aquela Suicune estilosa ashuashaushuashuahs gostei bastante.

    (Trecho retirado da Arena Pokémon, 09/07/2012)

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  2. Finalmente, cheguei um pouco atrasado mas cheguei, e é isso o que importa...
    Cara, eu to adorando está história, ela fala sobre algo que todos nós temos dentro de nós: a imaginação.
    E a Helen finalmente acho alguém para chamar de "amigo" além de seus adorados brinquedos.
    Estou adorando todos os personagens, principalmente o Pikachu William (com uma personalidade forte e marcante tal como os outros) que tem o mesmo nome que o Will de DC, acredito em um possível romance nesta história.

    (Trecho retirado da Arena Pokémon, 13/07/2012)

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  3. Cara, eu nem vi o tempo passar! Eu estava com essa fanfic em dia, e quando vou ver de novo ela já está quase no final! Mil desculpas pela confusão Canas! Vamos ao capítulo:

    Você sabe que uma coisa que aprecio bastante em fanfics é quando as ações e atitudes dos personagens, ou até mesmo suas simples mudanças de humor, conseguem causar variadas reações nos leitores. É por isso que aprecio sua escrita. Você faz isso com tamanha naturalidade que parece até fácil!

    Assim como o Luiz Eduardo, eu também consegui acompanhar bem os sentimentos da garota, sem ter aquela impressão de emoções vagas que vemos em algumas fanfics. Você realmente consegue fazer esses sentimentos pularem para fora das palavras.

    Uma nova amiga, um novo estilo de vida. As coisas parecem enfim estar mudando para a Helen. O Will se mostrou um pouco ciumento, ou até mesmo preocupado em perder sua companheira de aventuras para a vida real.

    E mais uma coisa que me deixou curioso foi esse poder do pai da Helen. O que será que descobriremos a respeito dele em breve?

    (Trecho retirado da Arena Pokémon, 06/08/2012)

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